Consolidado como importante ferramenta de vendas e a maior vitrine de ofertas de imóveis da América Latina, o Salão Imobiliário São Paulo chega à quinta edição, em 2010, respaldado pelo sucesso das versões anteriores, reunindo variedade de produtos (padrões, preços e localização), farto crédito, condições e prazos diferenciados de financiamento. Ou seja, todas as facilidades para os interessados na compra da casa própria, garantidas por empresas do setor e as principais instituições financeiras do País.
Incorporadoras, vendedoras, bancos e expositores criam sinergia, assegurando aos consumidores que visitam o Salão um ambiente propício para decidir. Lançamentos, imóveis em estoque e pré-lançamentos são programados para exposição. Por sua vez, o público encontra oportunidades, desperta para a possibilidade de adquirir seu imóvel e pode selecionar aquele que cabe no seu bolso, seja novo ou usado.
O Salão atrai o interesse também para os plantões de venda, possibilitando a concretização de negócios no mês do evento e nos três meses seguintes. Dados do Secovi-SP mostram que o volume de imóveis comercializados no período de setembro a dezembro saltou em participação anual de 37,9% em 2006 (primeira edição do Salão Imobiliário) para 46,9% e 44,1%, respectivamente, nos anos de 2007 e 2009.
Fica evidente a contribuição do evento na evolução do mercado nos quatro últimos meses do ano ao observar também o Índice de Velocidade de Vendas ou o indicador Venda Sobre Ofertas (VSO) - que o sucedeu. O ritmo médio de comercialização passou de 8,6% no período de 2002 a 2005 para 17,2% nos quatro anos de realização do SISP. A exceção fica por conta do último trimestre de 2008, período em que a crise global atingiu seu auge.
O mercado de usados também integra esse universo de oportunidades. Imobiliárias associadas à Rede Secovi de Imóveis da Capital, Grande São Paulo e do Interior realizaram mais de mil atendimentos na edição 2009 do Salão. Esse segmento passa por rápido processo de crescimento e profissionalização, com empresas trabalhando com base na exclusividade de vendas.
O evento beneficia empresas, que têm negócios potencializados, visibilidade multiplicada e cadastro de clientes atualizado. Afinal, considerando a média de visitação do Salão, são 44 mil novos clientes por ano em condições de fechar negócios. Nada mal para um cenário em que a confiança do consumidor está inabalável.
O Salão Imobiliário São Paulo contribui para colocar o imóvel na mente do visitante e despertá-lo para a necessidade de comprar num período próximo à sua realização. Porém, longe de estar restrita a quatro dias, a iniciativa tem efeitos que repercutem nos 365 dias do ano.
Elbio Fernández Mera é vice-presidente do Secovi-SP
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